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	<title>UrbanPost</title>
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		<title>Qual a sua participação no Dia Mundial do Meio Ambiente?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 23:18:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>milkee_vinil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque capa 1]]></category>
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		<description><![CDATA[Saiba a importância em adotar atitudes sustentáveis e se informar sobre políticas públicas do país para um futuro <span>melhor para viver</span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira ação de conscientização ambiental, realizada há 39 anos, em Estocolmo, por iniciativa da ONU se tornou o Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho). Essa data, antes de remeter à preservação da natureza, se refere principalmente à conscientização do uso racional dos nossos recursos naturais a fim de garantir a manutenção do nosso planeta. Hoje, é cada vez mais importante ter ciência de que atitudes sustentáveis visam preservar a própria existência humana, afinal, o mundo é a nossa casa.</p>
<p><strong>Meio Ambiente no Brasil</strong></p>
<p>O Brasil, apesar de ser uma potência ambiental, ainda tem muito à aprender, pois o cenário não é dos melhores: desmatamento, tragédias naturais geradas pelo crescimento desmedido em conjunto com a falta de planejamento público entre outros problemas sérios, refletem a falta de um real engajamento do país, mesmo diante de tantas mudanças climáticas sinalizando a importância de tais medidas.</p>
<p>Por tudo isso, o Dia Mundial do Meio Ambiente se torna o momento ideal para multiplicar ações que possam contribuir para a mudança dessa realidade imediatamente. Se informar a respeito das políticas públicas sobre o meio ambiente, questionar as atividades que ajudam a piorar o quadro atual e adotar atitudes sustentáveis na rotina individual são posições que devemos ter perante a nossa sociedade. E essa educação começa em casa.</p>
<p>Embora sejamos um país rico em recursos naturais, os problemas que enfrentamos se deve a um mau planejamento e falta de educação quanto ao seu uso. A água é um deles. Embora tenhamos uma das maiores reservas de água potável no mundo, desperdiçamos cerca de 40% dela, destinada ao consumo humano. Portanto, o uso racional de água é uma das mudanças mais importantes a ser incorporada no cotidiano do brasileiro</p>
<p><strong>O uso consciente da água</strong></p>
<p>“De acordo com a UNEP (Programa Ambiental das Nações unidasONU), a quantidade ideal de consumo de água por habitante deve ser de 110 litros ao mês” &#8211; informa Paulo Costa, consultor da H2C, empresa especializada em programas de uso racional da água e membro do Green Building Council Brasil – “Se você gasta cerca de 200 litros, é necessário rever seus hábitos!”</p>
<p>Mas como fazer para saber o quanto se gasta? Paulo ensina: “na conta de água, você encontra a medida utilizada ao mês por metros cúbicos (m³)”. “Multiplique esse número por 1.000. Pegue o resultado, converta para litro e divida pelo número de habitantes na casa. Depois disso, divida por dias do mês, 30 em média. O resultado é a quantidade gasta ao mês.” – finaliza.</p>
<p>Além disso, é importante verificar se não há vazamentos em encanamentos e pontos de utilização, tais como pia, chuveiros ou descarga. “O ideal é averiguar se está tudo certo a cada seis meses” – orienta o especialista &#8211; Para isso, feche o hidrômetro (medidor de água), anote o número que está e volte depois de 2 horas. “Se o número foi alterado, é porque há vazamentos em algum ponto do local.”</p>
<p><strong>Tecnologia verde</strong></p>
<p>Hoje, já temos disponíveis vários sistemas que ajudam na economia de água, porém, como podem custar um pouco mais, algumas pessoas acabam por não se interessar. O fato é que a implantação de sistemas ecológicos e sustentáveis, seja em uma residência ou empresa, gera economia permanente e ainda, colabora com a preservação ambiental, mantendo nosso espaço um lugar melhor para se viver.</p>
<p>O ideal é que haja uma participação ativa do governo, proporcionando incentivos para a reutilização de recursos naturais e tecnologias sustentáveis na construção de casas, prédios, empresas e estruturas, além de outros tipos de iniciativas perenes, como campanhas e investimento em educação ambiental. Essa postura é imprescindível para que o país evolua nesse sentido. Países, como a Alemanha, por exemplo, já fizeram do sistema de uso da água da chuva obrigatoriedade. O aeroporto de Frankfurt usa 70% de água vindo desse tipo de abastecimento.</p>
<p><strong>A polêmica do Novo Código Florestal</strong></p>
<p>Atualmente, o país vive um momento polêmico quanto às políticas públicas ambientais. No final de maio, foi aprovado o Novo Código Florestal, uma iniciativa do deputado federal Aldo Rebelo (PC do B &#8211; SP) que propõe resoluções que geraram divergências entre ambientalistas e ruralistas.</p>
<p>Segundo estudo da WWF-Brasil, a proposta aprovada na Câmara dos Deputados em 24 de maio e agora em análise pelo Senado Federal  incentiva o desmatamento em todo o país, dribla a necessária recuperação de áreas degradadas, anistia desmatadores ilegais, retira a proteção de manguezais, veredas e outras áreas protegidas, reduz a proteção de rios, córregos e outros cursos d’ água e reduz a necessidade de florestas em propriedades rurais na Amazônia. Também repassa aos estados e municípios o direito de autorizar desmates, não incorpora novos instrumentos de promoção à recuperação e conservação ambiental, prejudica metas nacionais de proteção da biodiversidade e de redução de emissões e, ainda, ameaça as exportações para mercados globalizados e cada vez mais exigentes de itens produzidos com sustentabilidade.</p>
<p>Já os ruralistas defendem que é preciso pensar na sustentabilidade não só como questão ambiental, mas econômica e social, já que o emprego na agricultura é muito grande no país.</p>
<p>O caso é que esse tipo de decisão deve ter a participação de nós, cidadãos, afinal, diz respeito ao destino dos nossos recursos naturais e do nosso bem viver. Faz-se necessário pensar qual a sua participação no Dia Mundial do Meio Ambiente para colaborar com a criação de lugar seguro para você e sua futura geração. Para isso, informe-se melhor à respeito, adote atitudes sustentáveis no seu dia-a-dia e exponha sua opinião sobre essas políticas públicas.</p>
<p>Faça a sua parte e mantenha o planeta vivo!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><em><strong>Links Relacionados</strong></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><a href="meio ambiente, consciente, novo código florestal, consumo?phpMyAdmin=tM-PksSDtIRa1QQVlmA5tbrS8B6" target="_blank">www.gbcbrasil.org.br</a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><a href="www.wwf.org.br?phpMyAdmin=tM-PksSDtIRa1QQVlmA5tbrS8B6" target="_blank">www.wwf.org.br</a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><a href="www.wwf.org.br?phpMyAdmin=tM-PksSDtIRa1QQVlmA5tbrS8B6" target="_blank">www.h2c.com.br</a><img class="alignleft size-verticalinterna wp-image-3041" title="h_meioambiente" src="http://urbanpost.com.br/site/wp-content/uploads/2011/06/h_meioambiente-224x298.jpg" alt="h_meioambiente" width="224" height="298" /></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A primeira ação de conscientização ambiental, realizada há 39 anos, em Estocolmo, por iniciativa da ONU se tornou o Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho). Essa data, antes de remeter à preservação da natureza, se refere principalmente à conscientização do uso racional dos nossos recursos naturais a fim de garantir a manutenção do nosso planeta. Hoje, é cada vez mais importante ter ciência de que atitudes sustentáveis visam preservar a própria existência humana, afinal, o mundo é a nossa casa.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Meio Ambiente no Brasil</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O Brasil, apesar de ser uma potência ambiental, ainda tem muito à aprender, pois o cenário não é dos melhores: desmatamento, tragédias naturais geradas pelo crescimento desmedido em conjunto com a falta de planejamento público entre outros problemas sérios, refletem a falta de um real engajamento do país, mesmo diante de tantas mudanças climáticas sinalizando a importância de tais medidas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por tudo isso, o Dia Mundial do Meio Ambiente se torna o momento ideal para multiplicar ações que possam contribuir para a mudança dessa realidade imediatamente. Se informar a respeito das políticas públicas sobre o meio ambiente, questionar as atividades que ajudam a piorar o quadro atual e adotar atitudes sustentáveis na rotina individual são posições que devemos ter perante a nossa sociedade. E essa educação começa em casa.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Embora sejamos um país rico em recursos naturais, os problemas que enfrentamos se deve a um mau planejamento e falta de educação quanto ao seu uso. A água é um deles. Embora tenhamos uma das maiores reservas de água potável no mundo, desperdiçamos cerca de 40% dela, destinada ao consumo humano. Portanto, o uso racional de água é uma das mudanças mais importantes a ser incorporada no cotidiano do brasileiro</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O uso consciente da água</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“De acordo com a UNEP (Programa Ambiental das Nações unidasONU), a quantidade ideal de consumo de água por habitante deve ser de 110 litros ao mês” &#8211; informa Paulo Costa, consultor da H2C, empresa especializada em programas de uso racional da água e membro do Green Building Council Brasil – “Se você gasta cerca de 200 litros, é necessário rever seus hábitos!”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mas como fazer para saber o quanto se gasta? Paulo ensina:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Na conta de água, você encontra a medida utilizada ao mês por metros cúbicos (m³)”. “Multiplique esse número por 1.000. Pegue o resultado, converta para litro e divida pelo número de habitantes na casa. Depois disso, divida por dias do mês, 30 em média. O resultado é a quantidade gasta ao mês.” – finaliza.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Além disso, é importante verificar se não há vazamentos em encanamentos e pontos de utilização, tais como pia, chuveiros ou descarga. “O ideal é averiguar se está tudo certo a cada seis meses” – orienta o especialista &#8211; Para isso, feche o hidrômetro (medidor de água), anote o número que está e volte depois de 2 horas. “Se o número foi alterado, é porque há vazamentos em algum ponto do local.”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Tecnologia verde</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Hoje, já temos disponíveis vários sistemas que ajudam na economia de água, porém, como podem custar um pouco mais, algumas pessoas acabam por não se interessar. O fato é que a implantação de sistemas ecológicos e sustentáveis, seja em uma residência ou empresa, gera economia permanente e ainda, colabora com a preservação ambiental, mantendo nosso espaço um lugar melhor para se viver.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O ideal é que haja uma participação ativa do governo, proporcionando incentivos para a reutilização de recursos naturais e tecnologias sustentáveis na construção de casas, prédios, empresas e estruturas, além de outros tipos de iniciativas perenes, como campanhas e investimento em educação ambiental. Essa postura é imprescindível para que o país evolua nesse sentido. Países, como a Alemanha, por exemplo, já fizeram do sistema de uso da água da chuva obrigatoriedade. O aeroporto de Frankfurt usa 70% de água vindo desse tipo de abastecimento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A polêmica do Novo Código Florestal</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Atualmente, o país vive um momento polêmico quanto às políticas públicas ambientais. No final de maio, foi aprovado o Novo Código Florestal, uma iniciativa do deputado federal Aldo Rebelo (PC do B &#8211; SP) que propõe resoluções que geraram divergências entre ambientalistas e ruralistas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Segundo estudo da WWF-Brasil, a proposta aprovada na Câmara dos Deputados em 24 de maio e agora em análise pelo Senado Federal  incentiva o desmatamento em todo o país, dribla a necessária recuperação de áreas degradadas, anistia desmatadores ilegais, retira a proteção de manguezais, veredas e outras áreas protegidas, reduz a proteção de rios, córregos e outros cursos d’ água e reduz a necessidade de florestas em propriedades rurais na Amazônia. Também repassa aos estados e municípios o direito de autorizar desmates, não incorpora novos instrumentos de promoção à recuperação e conservação ambiental, prejudica metas nacionais de proteção da biodiversidade e de redução de emissões e, ainda, ameaça as exportações para mercados globalizados e cada vez mais exigentes de itens produzidos com sustentabilidade.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Já os ruralistas defendem que é preciso pensar na sustentabilidade não só como questão ambiental, mas econômica e social, já que o emprego na agricultura é muito grande no país.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O caso é que esse tipo de decisão deve ter a participação de nós, cidadãos, afinal, diz respeito ao destino dos nossos recursos naturais e do nosso bem viver. Faz-se necessário pensar qual a sua participação no Dia Mundial do Meio Ambiente para colaborar com a criação de lugar seguro para você e sua futura geração. Para isso, informe-se melhor à respeito, adote atitudes sustentáveis no seu dia-a-dia e exponha sua opinião sobre essas políticas públicas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Faça a sua parte e mantenha o planeta vivo e verd</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Até que ponto as sacolas plásticas ameaçam o meio ambiente?</title>
		<link>http://urbanpost.com.br/2011/05/20/sacolas-plasticas-vila-ou-vitima/</link>
		<comments>http://urbanpost.com.br/2011/05/20/sacolas-plasticas-vila-ou-vitima/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 May 2011 22:59:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>milkee_vinil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após aprovação de lei que proíbe o uso em SP e BH, questões à favor e contra são levantadas gerando polêmica entre <span>consumidores e produtores</span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana, o prefeito da cidade de São Paulo, Gilberto Kassab, sancionou a lei que proíbe o uso de sacolas de plástico nos comércios da cidade, sendo assim a segunda adesão à medida no Brasil.</p>
<p>A lei, que já tramitava na Câmara Municipal desde 2007, foi aprovada e vigorará a partir de janeiro de 2012. A penalidade ao comércio que desrespeitá-la vai de R$ 50 a R$ 50 milhões de reais ou até sua licença suspensa.</p>
<p><strong>Pesquisa inglesa gera polêmica</strong></p>
<p>A notícia dividiu opiniões não só da população, mas de órgãos relacionados à sustentabilidade. Uma recente pesquisa inglesa ajudou a acender a discussão: a Agência Ambiental da Inglaterra conclui que as sacolas, feitas de material ecológico, são mais resistentes do que as de plástico, e consomem mais matéria-prima e energia ao serem fabricadas, o que se resume à uma contribuição ao aquecimento global. Para causarem menos danos ao meio ambiente, foi constatado que as embalagens de papel devem ser utilizadas, no mínimo 3 vezes, enquanto as de polipropileno 11 e as de algodão, 131 vezes. Os pesquisadores chegaram a esse resultado após acompanhar todas as etapas de vida útil das tais sacolas. Porém, instituições de estudos ambientais brasileiros alegam que esse tipo de impacto seria diferente no Brasil porque o processo de fabricação é muito mais limpo, já que a energia se baseia em hidrelétricas, e não em combustíveis fósseis, como na Europa.</p>
<p><strong>Prós e Contras do uso das sacolas plásticas</strong></p>
<p>De acordo com o Instituto Akatu, as sacolas de plástico são bem mais prejudiciais ao meio ambiente não só pelo material, um derivado de petróleo que é um emissor de gases e causam efeito estufa, mas também pelo uso incorreto da população, que acaba por joga-los pelas ruas, ajudando a entupir bueiros e gerando problemas como inundações e enchentes.</p>
<p>Já o Instituto Sócio-Ambiental de Plásticos – Plastivida &#8211; defende o uso responsável do produto. O representante da instituição Miguel Bahiense alega: “O plástico não é um problema em si. Depende de como se usa. Ele é um material totalmente reciclável”.</p>
<p>Outra preocupação se dá principalmente pela adaptação da população – em especial, as de baixa renda &#8211; sem as sacolas, muito utilizadas para embalar o lixo doméstico. Colocar em tonéis, por exemplo, pode gerar uma série de problemas sanitários, como aparecimento de animais peçonhentos causando um impacto ambiental negativo também.</p>
<p><strong>Discutir para encontrar soluções</strong></p>
<p>A partir de todos esses pontos levantados, vemos a importância em discutir o assunto a fim de diminuir os impactos sócio-econômicos e ambientais, além de gerar uma conscientização da população em torno das questões ambientais, ainda muito iniciais em nosso país. As ações de sustentabilidade se mostram importantes ao nosso planeta mais do que nunca, e cabe à sociedade incorporar esse tipo de ação não apenas como uma simples proibição, mas sim como algo que as pessoas tenham plena consciência da importância do que tal atitude gera, como contribuição para um mundo melhor.</p>
<p><strong>SAIBA MAIS</strong></p>
<p>www.funverde.org.br</p>
<p>www.akatu.org.br/</p>
<p>www.plastivida.org.br</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Esta semana, o prefeito da cidade de São Paulo, Gilberto Kassab, sancionou a lei que proíbe o uso de sacolas de plástico nos comércios da cidade, sendo assim a segunda adesão à medida no Brasil.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A lei, que já tramitava na Câmara Municipal desde 2007, foi aprovada e vigorará a partir de janeiro de 2012. A penalidade ao comércio que desrespeitá-la vai de R$ 50 a R$ 50 milhões de reais ou até sua licença suspensa.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Pesquisa inglesa gera polêmica</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A notícia dividiu opiniões não só da população, mas de órgãos relacionados à sustentabilidade. Uma recente pesquisa inglesa ajudou a acender a discussão: a Agência Ambiental da Inglaterra conclui que as sacolas, feitas de material ecológico, são mais resistentes do que as de plástico, e consomem mais matéria-prima e energia ao serem fabricadas, o que se resume à uma contribuição ao aquecimento global. Para causarem menos danos ao meio ambiente, foi constatado que as embalagens de papel devem ser utilizadas, no mínimo 3 vezes, enquanto as de polipropileno 11 e as de algodão, 131 vezes. Os pesquisadores chegaram a esse resultado após acompanhar todas as etapas de vida útil das tais sacolas. Porém, instituições de estudos ambientais brasileiros alegam que esse tipo de impacto seria diferente no Brasil porque o processo de fabricação é muito mais limpo, já que a energia se baseia em hidrelétricas, e não em combustíveis fósseis, como na Europa.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Vilã ou vítima?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">De acordo com o Instituto Akatu, as sacolas de plástico são bem mais prejudiciais ao meio ambiente não só pelo material, um derivado de petróleo que é um emissor de gases e causam efeito estufa, mas também pelo uso incorreto da população, que acaba por joga-los pelas ruas, ajudando a entupir bueiros e gerando problemas como inundações e enchentes.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Já o Instituto Sócio-Ambiental de Plásticos – Plastivida &#8211; defende o uso responsável do produto. O representante da instituição Miguel Bahiense alega: “O plástico não é um problema em si. Depende de como se usa. Ele é um material totalmente reciclável”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Outra preocupação se dá principalmente pela adaptação da população – em especial, as de baixa renda &#8211; sem as sacolas, muito utilizadas para embalar o lixo doméstico. Colocar em tonéis, por exemplo, pode gerar uma série de problemas sanitários, como aparecimento de animais peçonhentos causando um impacto ambiental negativo também.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Discutir para encontrar soluções</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O projeto aponta também uma crise do setor de fabricantes e até um possível faturamento indevido dos comércios em cima da venda de sacolas, prejudicando os consumidores. A importância em encontrar caminhos para evitar esses danos se mostra importante nesse momento, pois ainda temos um certo tempo para encontrar medidas a fim de diminuir não só os impactos ambientais, como os sociais e econômicos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">SAIBA MAIS</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">www.funverde.org.br</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">www.akatu.org.br/</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">www.plastivida.org.br</div>
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		</item>
		<item>
		<title>O que a Páscoa e o Dia da Terra podem ter em comum?</title>
		<link>http://urbanpost.com.br/2011/04/20/o-que-a-pascoa-e-o-dia-da-terra-podem-ter-em-comum/</link>
		<comments>http://urbanpost.com.br/2011/04/20/o-que-a-pascoa-e-o-dia-da-terra-podem-ter-em-comum/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 21:14:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>milkee_vinil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque capa 2]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa]]></category>
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		<category><![CDATA[MSN Post]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Novo]]></category>
		<category><![CDATA[UrbanPost]]></category>
		<category><![CDATA[Vida com Estilo]]></category>

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		<description><![CDATA[Atitudes solidárias, arte e coletividade transformam a data em uma celebração muito além dos <span>ovos de chocolate.</span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Páscoa, apesar de ser um evento religioso, também está associada ao consumo, em especial, de chocolates. Guloseimas dos mais variados formatos em embalagens sedutoras que enchem os olhos e dão água na boca enfeitam lojas e supermercados. Mas depois que o feriado acaba o que fica além das comilanças em excesso e das embalagens sem utilidade, que se transformarão em mais lixo para o planeta? Não soa nada bacana, ainda mais para os dias de hoje, em que a preocupação com o Meio Ambiente é pauta constante. E, por coincidência, este ano a Páscoa cai justamente no mesmo fim de semana em que é comemorado o <a href="http://www.earthday.org/" target="_blank">Dia da Terra</a> (22 de abril), data para atentar a população mundial sobre a importância da preservação do planeta. Talvez seja essa uma oportunidade para pensar como têm sido nosso comportamento diante das comemorações e até que ponto essas situações devem se manter separadas uma da outra.</p>
<p><strong>Sustentável, mas não chato!</strong><br />
Um importante significado da Páscoa se refere à renovação da vida. E é justamente isso que precisamos nos dias de hoje: renovar nossa postura diante do mundo. Uma atitude colaborativa, mesmo que pequena, já  é uma importante mudança, pois ela se correlaciona com questões globais. Mas não pense que ao inserir atitudes sustentáveis fará com que a comemoração se torne chata e enfadonha. Pelo contrário: ela pode ser até mais alegre, basta usar a criatividade!<br />
Selecionamos algumas opções interessantes para você se inspirar. Confira!</p>
<p><strong>Embalagens recicláveis</strong><br />
Para ser mais chamativo, os ovos de Páscoa são embalados por papeis e laços coloridos, muito maiores do que o próprio produto e que não são reutilizáveis. Neste caso, reúna as embalagens e leve a um posto de coleta seletiva. E na hora de comprá-los, fique de olho nas opções: alguns fabricantes já utilizam materiais totalmente recicláveis justamente para diminuir o impacto na natureza.</p>
<p><strong>Chocolate orgânico<br />
</strong>Na hora de comprar, a escolha por produtos orgânicos garante além da saúde, o respeito ao meio ambiente. A empresa <a href="http://www.chokolah.com" target="_blank">Chokolah</a> foi pioneira ao lançar um ovo de páscoa orgânico livre de agrotóxicos, sem DNA transgênico e gordura trans. Os cuidados vão desde o cultivo do cacau, à sombra da floresta para manter preservada a Mata Atlântica, ao manejo adequado do solo evitando o uso de agrotóxicos, como pesticidas e fertilizantes, até sua finalização, com embalagens recicláveis.</p>
<p><strong>Páscoa eternizada nas paredes</strong><br />
Embalados com arte, e além de tudo, sustentáveis. Pensando nisso, o artista plástico <a href="http://www.rogeriofernandes.com.br" target="_blank">Rogério Fernandes</a>, em parceria com a fabricante de chocolates <a href="http://www.docecompanhia.com.br/" target="_blank">Doce Companhia</a>, desenvolveu ilustrações em tecidos de algodão cru para envolver os deliciosos ovos de chocolate. As ilustrações são lindas e depois, o tecido pode se tornar quadro para decoração, basta emoldurar.</p>
<p><strong>Arte por um mundo melhor<br />
</strong>A agência de propaganda <a href="http://www.tbwa-london.com" target="_blank">TBWA, de Londres</a>, teve a iniciativa de comemorar a Páscoa com uma atitude admirável: criaram um <a href="http://www.eastern-eggs.com/" target="_blank">site para a venda de ovos de madeira maciça</a> com mais ou menos seis centímetros, impressos com desenhos de ilustradores e designers famosos cuja renda será totalmente revertida à Cruz Vermelha do Japão, em prol das pessoas que tiveram suas vidas afetadas pelo Tsunami.</p>
<p>As pequenas obras de arte são personalizadas por um sistema tecnológico especial, <a href="http://www.egg-bot.com/" target="_blank">o Egg-Bot,</a> um robô elaborado para imprimir desenhos em objetos esféricos. Para contribuir com a causa, basta acessar o site <a href="http://www.eastern-eggs.com/" target="_blank">eastern-eggs.com</a> e selecionar o artista da sua preferência, personalizar o objeto. A confirmação da data em que o seu ovo de Páscoa engajado será impresso virá por email, e ainda com a possibilidade de <a href="http://vimeo.com/tbwalondon/eastern-eggs" target="_blank">acompanhar a produção em tempo real, via webcam</a>.</p>
<p><strong>Uma árvore como símbolo para a Páscoa<br />
</strong>Proponha atividades à família que despertem a consciência ambiental e de coletividade. Por exemplo, plantar uma árvore. Além do significado especial que a planta terá para a família, essa ação contribuirá para uma paisagem urbana mais verde e um ar puro.</p>
<p><strong>Evite o desperdício<br />
</strong>Quando se têm crianças em casa, a quantidade recebida de ovos de chocolate pode ser exagerada para o consumo, ainda mais para os pequenos. Ficam guardados por meses, tendo até a sua conservação comprometida. Que tal selecionar os que realmente serão consumidos e doar o restante a instituições de caridade, adoçando a vida de pessoas carentes e renovando suas esperanças?</p>
<p><strong>Criar para mudar<br />
</strong>Para reinventar as formas de celebração, vimos que basta um pouco de criatividade e iniciativa. Aliado às atitudes sustentáveis, que vão desde a preservação do planeta até a consciência social, fica comprovado que a comemoração de datas especiais como esta não precisa ser resumida apenas ao consumo, mas a alegria de poder celebrar a vida! Atitudes assim tornarão o significado da Páscoa especial não só para você, mas também para o planeta.</p>
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		<title>A importância em participar da Hora do Planeta</title>
		<link>http://urbanpost.com.br/2011/03/25/a-importancia-em-participar-da-hora-do-planeta/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 14:53:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cleber</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Novo]]></category>
		<category><![CDATA[UrbanPost]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[planeta]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você está entre os que se preocupam com a preservação de nossos recursos naturais e sabe da importância do uso de energia de forma consciente para evitar o aumento do aquecimento global, apague a luz no próximo sábado, dia 26 de março, às 20h30 (horário de Brasília). A Hora do Planeta (Earth <span>Hour) iniciativa [...]</span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imagem_principal" class="wp-caption aligncenter">
		<p class="credito"></p>
		<img src="http://urbanpost.com.br/site/wp-content/uploads/2011/03/h_60_anos_planeta2.jpg" width="391" height="274" title="" alt="" />
		<p class="wp-caption-text"></p>
	</div><p>Se você está entre os que se preocupam com a preservação de nossos recursos naturais e sabe da importância do uso de energia de forma consciente para evitar o aumento do aquecimento global, apague a luz no próximo sábado, dia 26 de março, às 20h30 (horário de Brasília). A Hora do Planeta (Earth Hour) iniciativa da ONG WWF, propõe conscientizar a população mundial sobre essas questões através dessa manifestação, onde as luzes serão apagadas por 60 minutos em data e hora marcada.</p>
<p>Os dados divulgados em estações metereológicas do mundo inteiro sobre o aquecimento global são assustadores: em 2010, a temperatura do planeta chegou a 0.62ºC acima da média. Estamos vivendo o período mais quente da história.<br />
Vários países irão aderir ao movimento e apagar as luzes dos seus principais monumentos. Quando A Hora do Planeta foi criada, em 2007, a cidade de Sydney, na Austrália, foi a primeira a aderir ao evento. Inclusive, a ideia partiu da rede WWF de lá. Hoje, a campanha conta com mais de 35 países participantes, entre eles Colômbia, Suécia, Filipinas, China, África do Sul, Canadá e Rússia e Brasil. Na edição de 2011, Cingapura será o primeiro país a ficar no escuro, de acordo com o fuso horário.</p>
<p>Em São Paulo serão apagados a Ponte Octávio Frias de Oliveira (Ponte Estaiada), o Obelisco do Ibirapuera, o Monumento às Bandeiras, o Teatro Municipal, o Mercado Municipal e o Estádio do Pacaembu. A Biblioteca Municipal Mário de Andrade, reinaugurada no último mês de janeiro, também terá suas luzes apagadas. No Rio de Janeiro, o Cristo Redentor, os Arcos da Lapa entre outros monumentos também terão sua iluminação apagada. Já em Florianópolis, até uma rede de shoppings vai ficar no escuro! E pelo terceiro ano consecutivo, Acre e Rio Branco participam da manifestação mundial.<br />
No site oficial dedicado à Hora do Planeta, há uma lista com mais de 100 empresas no Brasil que irão aderir à manifestação. Mas essa edição de 2011 tem um objetivo maior: a WWF quer trazer não só governos e prefeituras para participar, mas a população também. Algumas empresas e instituições estão promovendo programas para estimular seus funcionários a participarem. É ocaso da Unilever, que tem feito uma campanha interna, transmitindo mensagens de consciência ambiental e engajando os colaboradores a participar da causa, além de promoções em site dos seus produtos na tentativa de sensibilizar seus consumidores sobre a importância do movimento.</p>
<p>Participe você também! Se inscreva no site: http://www.horadoplaneta.org.br e apóie essa causa!<br />
Dados registram que vivemos no período mais quente da história. O movimento criado pela rede WWF tem como objetivo gerar uma reflexão às pessoas sobre a importância da preservação dos recursos naturais do planeta e os riscos que o aquecimento global pode causar.</p>
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		<title>Fábrica brasileira investe em nanotecnologia</title>
		<link>http://urbanpost.com.br/2011/03/03/fabrica-brasileira-investe-em-nanotecnologia/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 20:15:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>milkee_vinil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque capa 1]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque interna 1]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[UrbanPost]]></category>
		<category><![CDATA[case]]></category>
		<category><![CDATA[limpeza]]></category>
		<category><![CDATA[nanotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

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		<description><![CDATA[A fabricante mineira de produtos de limpeza Ingleza investe em nanotecnologia para inovar seus produtos. Ela nasceu produzindo cera para pisos e hoje possui mais de <span>11 produtos diferentes.</span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imagem_principal" class="wp-caption aligncenter">
		<p class="credito"></p>
		<img src="http://urbanpost.com.br/site/wp-content/uploads/2011/03/v_frasco_249_187.jpg" width="187" height="249" title="" alt="" />
		<p class="wp-caption-text"></p>
	</div><p>A especialidade eram as ceras pastosas para dar brilho a pisos e, por mais de vinte anos, esse era o carro forte. Hoje, porém, a marca mineira Ingleza já tem produtos de limpeza de 11 tipos diferentes, entre limpadores, desengordurantes, desinfetantes, etc. E tem um dedicado Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, responsável por inovações que mudaram a cara da fabricante de ceras nascida em 1960.A empresa foi a primeira a produzir no Brasil limpadores que usam nanotecnologia, baseado em uma técnica parecida com o que existe no mercado de cosméticos. “Queríamos algo que funcionasse como um repelente de sujeira”, conta Cristiane Araújo, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento: “A ideia de início parecia absurda, mas foi assim que passamos a pesquisar como empresas no exterior estavam usando nanopartículas”.</p>
<p>Concentrar agentes químicos em cápsulas invisíveis ao olho nu é uma técnica já comprovada para aumentar a eficiência de cremes e é a responsável pela existência de protetores solares fator 100. A Ingleza aplicou a mesma ideia nos limpadores multiuso da linha UAU e criou produtos que, além de limpar, buscam evitar a aderência de gordura nas superfícies da cozinha por mais tempo.</p>
<p><strong>A receita da inovação</strong></p>
<p>Cristiane conta que o processo de lançamento de um novo produto é longo. No caso do limpador com nanotecnologia, passou cerca de um ano entre a primeira ideia e o dia em que o produto foi para o mercado. Outros lançamentos exigiram pelo menos quatro anos de pesquisa.As ideias, revela, surgem com pesquisas de mercado. “Contratamos antropólogos para visitar  donas de casa e anotar seus desejos”. A proposta ousada do “repelente de gordura” nasceu assim.  Outro caso curioso foi quando a empresa decidiu lançar um limpador específico para ser usado em boxes de banheiro, em 2001. “Não fazíamos ideia, mas descobrimos que a maioria das donas de casa acha que o box do banheiro é a coisa mais difícil de limpar no mundo”.Em 2011, a Ingleza venceu pela segunda vez a premiação Produto do Ano nas categorias de limpeza. O prêmio é resultado de uma pesquisa com consumidores sobre quais os lançamentos mais inovadores do ano anterior.</p>
<p><strong>Mudança histórica</strong></p>
<p>A reviravolta da produtora de ceras começou quando foi lançada a primeira cera líquida, no fim dos anos 80. A ideia era diminuir a força necessária para a aplicação. Mais tarde, em 1997, conquistou a liderança no segmento de ceras para assoalhos, após lançar um produto que dispensava o uso das antiquadas enceradeiras.Há 16 anos na empresa, Cristiane destaca que a partir daí se consolidou a cultura de inovação na marca. Em 2006, foi inaugurado o Centro de P&amp;D, dedicado exclusivamente a pesquisas para o lançamento de produtos inovadores. Entre as exigências recentes, está a incorporação de ideias que reduzam o impacto dos produtos no meio ambiente. Em 2009, foi lançada uma linha de produtos com apelo ecológico. As matérias primas são biodegradáveis e as embalagens, recicladas. “Agora nós estamos levando essa cultura verde para dentro da empresa, estamos querendo que isso esteja em todos os nossos produtos e nas nossas práticas internas”, conclui Cristiane.<br />
A empresa foi a primeira a produzir no Brasil limpadores que usam nanotecnologia, baseado em uma técnica parecida com o que existe no mercado de cosméticos. “Queríamos algo que funcionasse como um repelente de sujeira”, conta Cristiane Araújo, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento. “A ideia de início parecia absurda, mas foi assim que passamos a pesquisar como empresas no exterior estavam usando nanopartículas”.<br />
Concentrar agentes químicos em cápsulas invisíveis ao olho nu é uma técnica já comprovada para aumentar a eficiência de cremes e é a responsável pela existência de protetores solares fator 100. A Ingleza aplicou a mesma ideia nos limpadores multiuso da linha UAU e criou produtos que, além de limpar, buscam evitar a aderência de gordura nas superfícies da cozinha por mais tempo.</p>
<p><strong>A receita da inovação</strong></p>
<p>Cristiane conta que o processo de lançamento de um novo produto é longo. No caso do limpador com nanotecnologia, passou cerca de um ano entre a primeira ideia e o dia em que o produto foi para o mercado. Outros lançamentos exigiram pelo menos quatro anos de pesquisa.</p>
<p>As ideias, revela, surgem com pesquisas de mercado. “Contratamos antropólogos para visitar  donas de casa e anotar seus desejos”. A proposta ousada do “repelente de gordura” nasceu assim.  Outro caso curioso foi quando a empresa decidiu lançar um limpador específico para ser usado em boxes de banheiro, em 2001. “Não fazíamos ideia, mas descobrimos que a maioria das donas de casa acha que o box do banheiro é a coisa mais difícil de limpar no mundo”.<br />
Em 2011, a Ingleza venceu pela segunda vez a premiação Produto do Ano nas categorias de limpeza. O prêmio é resultado de uma pesquisa com consumidores sobre quais os lançamentos mais inovadores do ano anterior.</p>
<p><strong> Mudança histórica</strong></p>
<p>A reviravolta da produtora de ceras começou quando foi lançada a primeira cera líquida, no fim dos anos 80. A ideia era diminuir a força necessária para a aplicação. Mais tarde, em 1997, conquistou a liderança no segmento de ceras para assoalhos, após lançar um produto que dispensava o uso das antiquadas enceradeiras.<br />
Há 16 anos na empresa, Cristiane destaca que a partir daí se consolidou a cultura de inovação na marca. Em 2006, foi inaugurado o Centro de P&amp;D, dedicado exclusivamente a pesquisas para o lançamento de produtos inovadores.<br />
Entre as exigências recentes, está a incorporação de ideias que reduzam o impacto dos produtos no meio ambiente. Em 2009, foi lançada uma linha de produtos com apelo ecológico. As matérias primas são biodegradáveis e as embalagens, recicladas. “Agora nós estamos levando essa cultura verde para dentro da empresa, estamos querendo que isso esteja em todos os nossos produtos e nas nossas práticas internas”, conclui Cristiane</p>
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		<item>
		<title>Ongs ajudam animais carentes e promovem adoção consciente</title>
		<link>http://urbanpost.com.br/2010/12/23/ongs-ajudam-animais-carentes-e-promovem-adocao-consciente/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 17:20:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>milkee_vinil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque capa 2]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque interna 2]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa]]></category>
		<category><![CDATA[UrbanPost]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Real]]></category>
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		<category><![CDATA[adoção]]></category>
		<category><![CDATA[cães]]></category>
		<category><![CDATA[consciente]]></category>
		<category><![CDATA[gatos]]></category>

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		<description><![CDATA[Ter um bichinho em casa é tudo de bom! Ao invés de comprar, você já <span>pensou em adotar?</span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imagem_principal" class="wp-caption aligncenter">
		<p class="credito"></p>
		<img src="http://urbanpost.com.br/site/wp-content/uploads/2010/12/h_gandalf.jpg" width="491" height="368" title="" alt="" />
		<p class="wp-caption-text"></p>
	</div><p>redação UrbanPost<br />
de São Paulo</p>
<p>Muita gente já sabe: ter um animal de estimação é uma das coisas mais legais do mundo. Eles nos fazem companhia, nos divertem e enchem a casa de doçura. Mas você já pensou que ao tomar a decisão de levar um bichinho pra casa, você pode estar realizando um ato muito maior? Comprar um cachorro de raça ou um gato de pedigree, bem cuidados e cheios de regalias é uma coisa. Mas adotar um carente é muito melhor.</p>
<p>Algumas ONGs no Brasil fazem um trabalho bem bacana retirando animais das ruas. Eles resgatam os peludos nas condições mais adversas, dão casa, comida, castram e começam a busca por uma família para cada um deles. Esse é o caso da Adote um Gatinho, com sede em São Paulo, fundado em 2003. Mais de três mil e quinhentos gatos já passaram pelas mãos de Juliana Bussab e Susan Yamamoto, as fundadoras da ONG. Hoje, com sede própria, voluntários e abrigo para os bichanos, elas cuidam de mais de 300 felinos e se mantém com doações. “Infelizmente, não contamos nem com patrocínio de empresas, nem com apoio governamental. Assim, o AUG sobrevive apenas das doações de pessoas físicas e da venda de seus produtos”, diz Juliana Bussab.</p>
<p><strong>Responsabilidade</strong></p>
<p>Mas antes de adotar qualquer animal, é preciso ter muita responsabilidade. Eles podem viver quase vinte anos, e dependem de seus donos. Pegar e largar depois, por mais incrível que pareça, é fato comum no dia-a-dia. “Animais de estimação não são descartáveis, nem brinquedo. Devem ser sempre parte da família. Se você costuma viajar por longos períodos para locais onde não se pode levar animais, também é aconselhável repensar a adoção”, afirma Juliana. Também é preciso saber se o lugar onde você fará a adoção é regular. Juliana lembra que “você sempre pode adotar animais abandonados no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da sua cidade, mantido pela Prefeitura. Além disso, pode procurar o seu bichinho nas ONGs de proteção animal. Aqui em São Paulo, podemos citar como exemplo a nossa ONG, o <a href="http://adoteumgatinho.uol.com.br/" target="_blank">Adote Um Gatinho</a>, <a href="http://www.clubedosviralatas.com.br/" target="_blank">o Clube dos Vira-Latas</a>,  a <a href="http://www.ajudanimal.org.br/" target="_blank">Ajudanimal</a>,  e a <a href="http://www.uipa.org.br/portal/" target="_blank">UIPA</a>. É importante procurar referências dos locais de adoção com seus conhecidos. De modo geral, as ONGs sérias só entregam animais castrados e mediante a assinatura de um Termo de Responsabilidade”.</p>
<p>Pedro Menezes, que já adotou dois gatos “carentes” não se arrepende: “Tenho consciência de estar fazendo um mundo mais legal, tirando bichos abandonados das ruas. E eles são a alegria da casa!”. E para que as cidades não continuem lotadas de peludos vagando, as ONGs divulgam e pregam a castração. Gatos dão cria até 4 vezes por ano, a partir dos 6 meses. “A castração é fundamental por vários motivos. Em primeiro lugar, a castração evita diversos problemas de saúde – animais castrados, por exemplo, têm menores chances de desenvolver certos tipos de tumores. Além disso, a castração ajuda muito na resolução de problemas comportamentais, diminuindo a agressividade e a necessidade de controle territorial do animal. Por fim, ela é fundamental para o controle populacional, e consequentemente, para a redução do abandono e dos maus-tratos dos animais”, lembra Juliana.</p>
<p><strong>Como ajudar?</strong></p>
<p>Caso você não possa ter um bichinho, mas é solidário com a causa, existem outras maneiras de ajudar. Essas ONGs e entidades recebem doações em dinheiro ou em rações, remédios, cobertores e brinquedos. Também é possível ser voluntário e ajudar na limpeza dos abrigos, na procura por parceiros, por doações ou por possíveis adotantes. Muitas delas ainda têm lojinhas que vendem produtos com sua marca. A renda sempre é revertida para as despesas mensais da ONG. Formas de colaborar são inúmeras.</p>
<p><strong>Denuncie</strong></p>
<p>Você também pode ajudar denunciando maus tratos. “Submeter um animal a maus-tratos é crime previsto no artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal nº 9.605) e pode acarretar em multa ou pena de três meses a um ano de prisão. O primeiro passo é reunir a maior quantidade de provas possível. Fotografias, vídeos, laudo ou atestado veterinário, placa do carro de quem agride ou abandona e até testemunhas. Tudo o que sirva para mostrar a situação do animal e ajude a identificar o agressor. Em seguida, procure a delegacia mais próxima e faça um Boletim de Ocorrência (BO). Por garantia, leve com você uma cópia da <a href="http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/leis/L9605.htm " target="_blank">Lei de Crimes Ambientais</a> ou tenha escrito o número da lei e o que diz o artigo 32. Em São Paulo e na Grande São Paulo os BOs podem ser feitos também pela Internet, no site <a href="http://www.seguranca.sp.gov.br/">http://www.seguranca.sp.gov.br</a>. Depois de preencher o formulário, a polícia entrará em contato para confirmar as informações e, se estiver tudo certo, você receberá uma cópia do documento por email”, explica Juliana.</p>
<p><strong>O jeitinho de cada um</strong></p>
<p>E se depois de ler essa matéria até aqui você decidiu que realmente quer adotar um carente, é preciso saber qual bichinho se adequará melhor ao seu estilo de vida. As ONGs, geralmente, conhecem muito bem cada animal que está sob sua responsabilidade. E, por isso, são capazes de dizer sobre a personalidade, hábitos e jeitinhos dos peludos. Assim, eles te ajudam a escolher o que pode se adaptar melhor à sua casa. E mesmo se o bichinho não for um filhote, as chances de adaptação ao novo lar são enormes. Felicidade garantida para ambos, né? “Uma boa adoção deve levar em conta tanto as características do dono quanto as do animal. Devem ser considerados a personalidade do dono, a disponibilidade de tempo que ele dispõe, o tamanho da sua residência, se há crianças ou idosos na casa, a personalidade do animal, etc. Gatos costumam fazer sucesso porque conseguem viver em espaços menores, e, de modo geral, não demandam tanta atenção quanto os cães. Mas, ainda sim, há gatos que são super carentes, mais até do que cães!”, Juliana comenta sorrindo.</p>
<p>Não esqueça de também reservar uma parte do orçamento doméstico para despesas. Veterinário, vacinas, caminha&#8230; um saco de 2kg de uma boa ração para gatos pode custar cerca de R$ 70,00. Por isso, pense bem e reserve um dinheirinho mensal para seu novo amigo.</p>
<p>Adotar é, antes de tudo, um ato responsável. O bicho de estimação depende de você. Mas, sobretudo, vai trazer muitas alegrias e momentos de risos e felicidade para você! Adotar é salvar uma vida e é tudo de bom!</p>
<p><strong>Links relacionados</strong><br />
<a href="http://adoteumgatinho.uol.com.br/">http://adoteumgatinho.uol.com.br/</a><br />
<a href="http://www.uipa.org.br/portal/modules/rmms/">http://www.uipa.org.br/portal/modules/rmms/</a><br />
<a href="http://www.upanimais.org.br/textos/upa.asp">http://www.upanimais.org.br/textos/upa.asp</a><br />
<a href="http://www.queroumbicho.com.br/">http://www.queroumbicho.com.br/</a><br />
<a href="http://www.naturezaemforma.com/centrodeadocao/">http://www.naturezaemforma.com/centrodeadocao/</a><br />
<a href="http://www.guiavegano.com.br/vegan/adocao-animal/quer-adotar-um-cao-ou-gato">http://www.guiavegano.com.br/vegan/adocao-animal/quer-adotar-um-cao-ou-gato</a><br />
<a href="http://www.caopanheirocuritiba.com.br/">http://www.caopanheirocuritiba.com.br/</a><br />
<a href="http://www.ajudanimal.org.br/">http://www.ajudanimal.org.br</a><br />
<a href="http://www.clubedosviralatas.com.br">http://www.clubedosviralatas.com.br</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Para brincar, enfeitar, colecionar e se divertir!</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 17:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>milkee_vinil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque capa 1]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida com Estilo]]></category>
		<category><![CDATA[brinquedos]]></category>
		<category><![CDATA[customização]]></category>
		<category><![CDATA[toy art]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça a Toy Art e aprenda a customizar <span>seus próprios brinquedos</span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imagem_principal" class="wp-caption aligncenter">
		<p class="credito"></p>
		<img src="http://urbanpost.com.br/site/wp-content/uploads/2010/12/h_toyart.jpg" width="491" height="368" title="" alt="" />
		<p class="wp-caption-text"></p>
	</div><p>Você já ouviu falar em Toy Art? Parece coisa de criança mas não é! São brinquedos para não brincar, objetos de desejo para muitos adultos, pecinhas fofas que deixam qualquer um maluco de vontade de colecionar. E por que não são brinquedos comuns? Por que brinquedos comuns são produzidos são produzidos em serie. Já um Toy Art sempre tem tiragem limitada, numerada ou assinada, e raramente é relançado. Os temas de um Toy Art podem ser os mais diferentes possíveis, lembrem-se que eles são feitos para adultos. Meigos, violentos, criativos, o intuito dele é, como qualquer outra obra de arte, causar alguma reação no espectador.</p>
<p><strong>E de onde veio essa ideia?</strong></p>
<p>Quem vem nos explicar como surgiu essa customização é Eglair Quicolli, formada em Desenho Industrial e dona da marca <a href="http://www.madametrapo.com/" target="_blank">Madame Trapo</a>. Ela conta que “em 1998, Micehl Lau, um artista de Hong Kong, customizou alguns brinquedos do GI Joe (no Brasil, o famoso Falcon). Ele remodelou e customizou os bonecos com roupas de hip-hop e outros acessórios. Esses toys fizeram o muito sucesso, pois eram diferentes de tudo que havia na época. Pode-se considerar que apartir dai surgiu a idéia de Toy Art”. Hoje, são 101 figuras já criadas por Michael Lau, itens de colecionador, que valem muito.</p>
<p><strong>Nem tudo que reluz é ouro</strong></p>
<p>Mas nem toda figura em 3D é necessariamente um toy art. Então fica a pergunta: como sabemos qual é a diferença? Eglair explica que “a principal diferença que define o movimento é a visão do artista. A baixa produção das séries assegura a raridade e o colecionismo. Os designers de toys acabam criando um estilo, como uma marca registrada, tornando a peça reconhecível como obra de determinado artista”.</p>
<p>Mas o que difere um toy artist de outros artistas são suas origens. “Muitos são ilustradores, grafiteiros, fotógrafos, designers gráficos e video-artistas. Não são pintores ou escultores acadêmicos. Essa é a natureza da toy art: transformar algo comum (como um brinquedo) em algo que possa passar uma mensagem”, diz Eglair.</p>
<p><strong>Moda e Toys</strong></p>
<p>Em 2004 a revista Visionaire lançou em duas edicoes linhas de Toy Art customizados por ícones da moda mundial como Karl Lagerfeld, Marc Jacobs, Miuccia Prada e Alexander MacQueen. Seguindo a iniciativa da Visionaire, a loja Colette de Paris já organizou exposições de Toy Art e tem sua própria linha de toys customizados por artistas convidados. O coletivo de moda norte-americano Heatherette também já criou sua coleção. Em 2006 a galeria Melissa, em São Paulo, promoveu a primeira exposição de Toy Art brasileira,onde os toys eram, em sua maioria, confeccionados em pano e de maneira totalmente artesanal.</p>
<p><strong>Faça você mesmo</strong></p>
<p>Mas nem só de artistas vive a Toy Art! Todos podemos criar nossos próprios bonecos, trocar e colecionar. E isso se chama D.I.Y (Do it Yourself), em Português, faça você mesmo. Essa é uma linha muito conhecida entre os admiradores de Toy Art. Em lojas especializadas são vendidos bonecos (de papel, vinil, tecido ou outros materiais), geralmente pintados de branco ou preto. Ai, é só usar a imaginação e customizá-lo do jeito que você quiser!</p>
<p>“Acho que é possível qualquer pessoa se aventurar no universo da Toy Art então, para começar, eu imagino que o ideal seja você primeiro definir um tema para o seu toy, por exemplo: politicamente correto ou incorreto, bem humorado ou sombrio, mórbido ou fofinho. A criação de um Toy Art é um processo muito pessoal e depende da origem e bagagem cultural de cada artista”, diz Eglair.</p>
<p>Então, anote algumas dicas da Eglair para você fazer seu Toy Art:</p>
<p>-  Faça um esboço ou um desenho do que você imagina, já pensando em que materiais pretende usar.<br />
- Pra quem quer se aventurar em casa, usar papel ou tecido é melhor pois são materiais baratos e você pode usar sobras de alguma roupa ou papel que iria jogar fora.<br />
- Comece por silhuetas ou vistas frontais que são geralmente mais fáceis de serem confeccionadas em tecido ou papel.<br />
- Outra coisa importante é com relação ao direito autoral do personagem. Muitas pessoas copiam formas e ideias e isso é realmente muito triste e uma falta de ética e respeito sem tamanho.<br />
- Reproduzir um personagem de desenho animado não é fazer um Toy Art. Ele parte do princípio de criação artística autoral, ou seja, parte de uma ideia original desenvolvida pelo artista.<br />
- <a href="http://www.readymech.com/" target="_blank">Clique aqui</a> para que você possa imprimir alguns modelos de toys e começar a brincar</p>
<p><strong>Links relacionados:</strong><br />
<a href="http://www.madametrapo.com/">http://www.madametrapo.com</a><br />
<a href="http://www.kidrobot.com/">http://www.kidrobot.com/</a><br />
<a href="http://www.toytokyo.com/">http://www.toytokyo.com/</a><br />
<a href="http://www.strangeco.com/">http://www.strangeco.com/</a><br />
<a href="http://www.cerealart.com/">http://www.cerealart.com/</a><br />
<a href="http://www.toycentro.tk/">http://www.toycentro.tk/</a></p>
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		<title>Dia Mundial do Meio Ambiente é lembrado em meio a desastre ecológico</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 14:11:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>patricia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[desastre ambiental]]></category>
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		<description><![CDATA[Ano é marcado pela luta pela preservação da biodiversidade e pela maior catástrofe ambiental  da história. Hoje, só no Brasil, 300 espécies estão <span>ameaçadas de extinção</span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>redação UrbanPost<br />
de São Paulo</p>
<p>“Muitas espécies. Um planeta. Um futuro”. Esse é o slogan que marca o Dia Mundial do Meio Ambiente, que é comemorado em 5 de junho. A preocupação com a vida selvagem tem como objetivo reforçar a reflexão sobre o Ano Internacional da Biodiversidade, celebrado em 2010.</p>
<p>Um acordo assinado numa conferência mundial em Johannesburgo em 2002 previa o comprometimento das principais nações do planeta em reduzir em 90% o número de espécies ameaçadas de extinção em 8 anos. Nenhum país conseguiu cumprir a meta &#8211; atualmente milhares de espécies estão ameaçadas de extinção – quase 300 delas apenas no Brasil. Contribuem para este quadro deplorável a exploração comercial, expansão populacional desordenada e desastres ambientais &#8211; o vazamento de petróleo no Golfo do México, fora de controle desde abril, é a maior catástrofe ambiental da história, com a morte de milhões de animais, entre aves e espécies marinhas nos Estados Unidos.</p>
<p>O Dia Mundial do Meio Ambiente tem suas ações concentradas em Ruanda, na África, país que luta para preservar sua excepcional fauna da extinção, que conta com 50 espécies ameaçadas. No mundo todo serão realizados eventos, concertos e palestras para celebrar a data. Em São Paulo, o Parque Villa Lobos e o Jardim Botânico prepararam programação especial para a data.</p>
<p>O dia Mundial do Meio Ambiente foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1972, durante a Conferência Mundial do Clima em Estocolmo, para estimular ações mundiais para preservação da fauna e da flora.</p>
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		<title>Resort de US$ 4 bilhões usará energias limpas</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 01:38:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>patricia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[singapura]]></category>

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		<description><![CDATA[O World Sentosa terá parque de energia solar que produzirá 500 mil KWh por ano; mega complexo terá seis hotéis e salão para <span>7,3 mil pessoas</span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redação UrbanPost<br />
de São Paulo</p>
<p>Está pronta a primeira fase da construção do Resorts World Sentosa, um dos maiores complexos de lazer do mundo. Localizado em Singapura, o empreendimento utilizará, na maior parte de suas instalações,  energias renováveis. O custo estimado do resort é de US$ 4 bilhões.</p>
<p>O resort impressiona pelas dimensões: terá uma unidade do parque Universal, seis hotéis, uma unidade do Hard Rock Café, um cassino, museu, centro de convençõs, oceanário e um salão de festas para 7,3 mil pessoas.</p>
<p>A segunda e última fase de Sentosa deverá ser iniciada em julho deste ano, quando serão instalados vários sistemas de economia de energia. O projeto de energia solar prevê a geração de 500 mil kWh por ano. A água da chuva também será armazenada e utilizada para irrigação e limpeza. As informações são da World Architecture News.</p>
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		<title>Universidade cria avião não-tripulado movido a energia limpa</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 01:10:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>patricia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Canais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque capa 3]]></category>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[MSN]]></category>
		<category><![CDATA[MSN Post]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[UrbanPost]]></category>

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		<description><![CDATA[Protótipo criado em Taiwan voou por 15 minutos a 100 quilômetros por hora; modelo tem 2 metros de comprimento <span>e 22 quilos</span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redação UrbanPost<br />
de São Paulo</p>
<p>A National Cheng Kung University, de Taiwan, anunciou a criação do primeiro avião híbrido não-tripulado da Ásia. Batizado de Grey-Faced Buzzard (o gavião de cara cinza, em tradução livre), o avião é movido a célula de combustíveis e também por baterias de lítio, que não emitem poluentes e é bastante silencioso. </p>
<p>O primeiro voo do protótipo foi realizado na semana passada. Ele ficou no ar por cerca de 15 minutos e chegou a 100  quilômetros por hora; a altitude máxima foi de 300 metros, de acordo com os especialistas envolvidos no projeto. O modelo tem dois metros de comprimento e 22 quilos. Agora, os especialistas trabalham para ampliar a autonomia de voo do modelo. </p>
<p>Aeronaves não tripuladas são atualmente utilizadas para realizar monitoramento de território (sejam urbanos, rurais ou florestais). </p>
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